De casa para a escola

Sabemos que o processo de ensino-aprendizagem é complexo, contínuo e cheio de particularidades. E nesse caminho, podemos ir muito bem adiante, ou demorarmos mais tempo. Até porque, cada um tem o seu tempo.

Entretanto, existem fatores que influenciam esse processo e que poderiam ser evitados. Estou falando aqui, principalmente, dos que podem dar atenção a estes detalhes, e não dão.

O primeiro ponto é, para surpresa de alguns, e nem tanto de outros, necessidades básicas. Sim! Muitas vezes o sono e a fome acarretam falta de atenção, agitação ou cansaço, e resultam em uma total diminuição de aprendizagem. O déficit de necessidades básicas que há muito já se sabe, afeta diretamente o ensino.

Outro fator que é um pouco mais complicado de lidar, são as questões emocionais. Aquelas que muitas vezes vem de casa, mal resolvidas. Acreditem, aquela discussão que ficou pendente, aquela falta de explicação do porquê de algo, aquele beijo que não deu tempo de dar, tem criança que não vai conseguir sequer pensar na escola, e sim relembrar o que aconteceu, ou não.

Bem, talvez você se esteja se perguntando: como ela soube o que aconteceu em casa? Então, eles contam, exteriorizam.

E qual o papel do pedagogo nessa hora? Muito bem, explicar para a criança que o pai, a mãe ou quem seja, a ama e que à noite vai estar tudo bem, pode parecer simples, mas tanto é que talvez não funcione. E é por isso que somos pedagogos. Porque nessa hora precisamos ser criativos e fazer de tudo para que a criança se interta com as atividades na escola enquanto estiver ali.
De qualquer forma, a atenção total da criança já foi perdida.

Por isso, falamos e insistimos em dar a devida atenção às necessidades emocionais da criança, porque é a base do seu desenvolvimento.

Referência

Imagem retirada do link: https://escolaeducacao.com.br/20-atividades-dia-da-escola-15-de-marco/

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