Estamos cortando as asas deles?

Estamos? São os limites que são impostos por professores, muitas vezes sem perceber. Até que ponto deve-se barrar o aluno? É claro que dentro de determinada atividade esperamos certas respostas, mas e onde pode ir a liberdade do aluno de ir além? Ele pode inventar, acrescentar? Pode. Penso que é assim que tem que ser. Precisamos entender que cada aluno tem um processo, uma interpretação diferente das coisas. Por exemplo, para compreender melhor a ideia, imagine que a professora leu aos alunos um conto, e em seguida pediu para eles desenharem sobre o que se tratava o conto, básico. Agora, acreditem, se o conto era sobre a vida de um sapo e o aluno desenhar um sapo, uma árvore e uma casa, há professores que pedirão para o aluno apagar, pois não está certo. É bem aqui, nesse ponto que vejo a liberdade do aluno de imaginar, interpretar, sendo podada. Cada aluno imagina de um jeito o que ouviu ou leu, os sapos podem ser de várias formas, cores, podem estar no rio, em casa, na floresta. Precisamos respeitar a criatividade da imaginação do aluno, os resultados, as produções, não vão ser exatamente como esperamos, mas será de acordo com a capacidade da criança.

Referências

Imagem retirada do link: https://br.depositphotos.com/93961922/stock-photo-open-notebook-with-set-of.html


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