Empatia: uma habilidade ou jeito de ser?

Ao longo de conversas no cotidiano de escola e de faculdade (antes dessa pandemia que vivemos), muito se falava em empatia, como sendo algo que se sente falta entre alunos e professores, e que faria toda a diferença. Bem, então os questiono, em que sentido a empatia se faz presente no cotidiano escolar? 

Muitas são as alternativas, desde a postura do educador, as atitudes dos alunos, enfim, de todos. Mas vejam que falei em ATITUDE, e com ela me refiro as atitudes perante as mais variadas situações, desde algum problema com um aluno, até o simples modo de se dirigir a turma diariamente. A EMPATIA dá o ar da graça quando você vê o funcionário da escola que passou por você quando você ia bater o ponto e o cumprimenta, ela segue para a sala dos professores com um cordial “bom dia” ou “boa tarde”, e te acompanha lá na sala de aula, e quando entrar na sala, VÊ cada um de seus alunos, e chega perto dos que estão bem, mas mais perto ainda dos que trouxeram para a sala de aula alguma angústia, alguma tristeza. 

Entretanto, preste atenção, não confunda empatia com simpatia. Empatia tem a ver com HUMANIDADE. Ser simpático é um jeito de ser, uns mais, outros menos. Já a empatia, é sim desenvolver o OLHAR ao próximo, compreender o que está passando, e no caso da escola, isso é e precisa ser evidente, afinal, cada pessoa que faz a escola acontecer tem a sua história.

Dessa forma, acredito que as novas gerações já estavam nos pedindo esse olhar empático, mas mais do que isso, no mundo “pós-pandemia”, algumas lições ficarão, dentre elas, a humanidade.

REFERÊNCIA
Imagem retirada do link: https://afala.com.br/carta-a-menina-da-foto/maos-dadas-crianca-e-mulher/

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