De casa para a escola

Sabemos que o processo de ensino-aprendizagem é complexo, contínuo e cheio de particularidades. E nesse caminho, podemos ir muito bem adiante, ou demorarmos mais tempo. Até porque, cada um tem o seu tempo.

Entretanto, existem fatores que influenciam esse processo e que poderiam ser evitados. Estou falando aqui, principalmente, dos que podem dar atenção a estes detalhes, e não dão.

O primeiro ponto é, para surpresa de alguns, e nem tanto de outros, necessidades básicas. Sim! Muitas vezes o sono e a fome acarretam falta de atenção, agitação ou cansaço, e resultam em uma total diminuição de aprendizagem. O déficit de necessidades básicas que há muito já se sabe, afeta diretamente o ensino.

Outro fator que é um pouco mais complicado de lidar, são as questões emocionais. Aquelas que muitas vezes vem de casa, mal resolvidas. Acreditem, aquela discussão que ficou pendente, aquela falta de explicação do porquê de algo, aquele beijo que não deu tempo de dar, tem criança que não vai conseguir sequer pensar na escola, e sim relembrar o que aconteceu, ou não.

Bem, talvez você se esteja se perguntando: como ela soube o que aconteceu em casa? Então, eles contam, exteriorizam.

E qual o papel do pedagogo nessa hora? Muito bem, explicar para a criança que o pai, a mãe ou quem seja, a ama e que à noite vai estar tudo bem, pode parecer simples, mas tanto é que talvez não funcione. E é por isso que somos pedagogos. Porque nessa hora precisamos ser criativos e fazer de tudo para que a criança se interta com as atividades na escola enquanto estiver ali.
De qualquer forma, a atenção total da criança já foi perdida.

Por isso, falamos e insistimos em dar a devida atenção às necessidades emocionais da criança, porque é a base do seu desenvolvimento.

Referência

Imagem retirada do link: https://escolaeducacao.com.br/20-atividades-dia-da-escola-15-de-marco/

O ingrediente essencial da educação

Estar bem para fazer bem. O que isso significa? Significa que precisamos estar bem psiquicamente, fisicamente para poder fazer bem feito tudo aquilo que fazemos.

Contudo, sabemos que não estaremos bem sempre, até porque isso é obviamente utópico, mas existe um jeito de se sentir o melhor possível: se conhecendo. Juntando alguns saberes de pessoas incríveis, cheguei a conclusão de que se nos conhecemos, se percebemos o que não está legal, se tivermos consciência de todas as nossas particularidades, fica muito mais fácil de se governar, de se controlar.

A velocidade do mundo hoje, dos nossos compromissos diários, nos impede de respirar e refletir. Precisamos reparar em nós mesmos.

Pedagogicamente falando, quando nós soubermos nos controlar, aí sim chegaremos com sucesso até o aluno para compreendê-lo. Chegamos na empatia, aquela palavra que adoro e que só tem sucesso efetivo se nos despirmos de nós mesmos por instantes para olhar o outro. Isso se aplica não só na escola, mas na família e nos relacionamentos.

Esse movimento todo gera como resultado o afeto, o carinho. Isso constrói um vínculo que, dia após dia, vai dando gás à vontade do aluno de estar na escola, ao interesse de estudar, e consequentemente, aumenta progressivamente o nível de aprendizagem.

Muito provavelmente, isso é parte integrante e relevante do conjunto ensino-aprendizagem. Não deixemos de lado.

Referência

Imagem retirada do link: https://br.freepik.com/vetores-premium/ideia-leve-de-bulbo-com-cerebro-na-lampada_1390003.htm


A importância do Pedagogo

Resolvi hoje falar de mim. Falar de todos aqueles que são ou serão pedagogos. Que profissão é essa? Assim como qualquer outro profissional, ele estuda, se aperfeiçoa e muitas vezes, mais do que qualquer outro, ele segue estudando.

E nem cheguei nas suas funções. Elas são inúmeras! Ele atua nos processos de ensino-aprendizagem, é o especialista da educação. Sua formação permite que ele associe o desenvolvimento do aluno, com a realidade que ele vive. Permite adaptar métodos, ser criativo, ser mais humano e ter empatia para com os alunos, ele pode adaptar a aprendizagem ao tempo de cada um. Pode trabalhar em sala como educador, coordenador, supervisor, até na direção de uma escola.

O pedagogo é o professor. É aquele que acompanha o crescimento, o desenvolvimento e a alfabetização. A importância do pedagogo, vai além de questões metodológicas, ela está no processo diário. No início. É o início de tudo, ele atua na fase que vai ser marcante para a criança, que será adolescente e adulto um dia. Questões de convivência, questões sociais.

A forma com que é conduzida as questões de relacionamento dos alunos, nos conflitos por exemplo, afeta nas relações, na auto-estima e na personalidade dos alunos. Outras questões como acertos e erros em atividades, também são fatos que dependendo como for administrado, pode fazer a criança entender o erro e tentar acertar ou então, se sentir inferior e não querer mais perguntar, por exemplo. Isso reflete no futuro do aluno, em sua caminhada.

E fora da escola? Ele está lá também, chama-se educação em espaços não-escolares. Seus campos, nesse caso, fora da escola regular, é a pedagogia empresarial, hospitalar, até na indústria de brinquedos e na elaboração de materiais pedagógicos. Pode ser um educador social, e até trabalhar com a educação especial (que por vezes, está inserida na escola).

Sua função é pedagógica e humana, é analítica e compreensiva. É um exímio observador que muitas vezes, tenta, tenta, tenta de novo. Busca alternativas.

Assim, percebemos a grande importância social e pedagógica do profissional da Pedagogia. É um impulsionador na caminhada escolar. Sua tarefa é delicada e muito gratificante, precisamos valorizar!

Referências:

Imagem retirada do link:
http://evolutime.com.br/dt_blogs/dia-do-pedagogo/

Responsabilidade: um ato de comprometimento

Responsabilidade é assumir o peso dessa palavra e dizer: eu sou! Você se acha uma pessoa responsável? Que peso tem isso na sua vida? Responsabilidade é cumprir com suas obrigações rigorosamente, não deixar a preguiça lhe tomar e fazer de qualquer jeito. Significa fazer bem feito. É também ser organizado, caprichoso com suas tarefas. Responsabilidade não é só questão de esquecimento, mas sim de comprometimento. Não é questão de ter ou não, é questão de ser.

Muitas vezes nos deixamos levar pelo comodismo, e não fazemos certas coisas por achar que não tem importância, mas a preguiça é um vício, dela vem o desinteresse, e pronto, nos acomodamos na falta de responsabilidade.

Responsabilidade é do professor em sua função. É do aluno em sua posição, e dos pais em seu papel. Ela é de cada um de nós na nossa vida.

Mas e na escola? Com nossos pequenos, temos muitas oportunidades de ensiná-los a serem responsáveis. Primeiramente, o nosso exemplo, sendo família ou educadores, precisamos cumprir nossos deveres e eles então, observarão isso. Mas existem milhões de situações em que incentiva o aluno neste ponto.

Na hora de organizar os materiais, na hora de brincar e guardar o brinquedo, ao preparar seu lanche e após jogar seus lixos no chão, lembrar de fazer os temas em casa, cuidados com o seu próprio material, devolução de livros na biblioteca, entre outros pontos que fazem parte da responsabilidade dos alunos.

Cabe a nós incentivá-los a tudo o que fizerem, fazerem bem, com vontade. E nós, a cada vez que ensinarmos dessa forma, que possamos dar o exemplo. Para cada palavra, uma atitude.

Cidadania: muito além do dicionário

O que é cidadania? É a prática dos direitos e deveres de todos os cidadãos. Mas, e o que é cidadania nos dias de hoje? Bem, na minha visão, exercê-la não é tarefa fácil, exige consciência de sociedade, de pluralidade. É se dar conta que não estamos sozinhos, que tudo o que fizermos a comunidade, a cidade, ao meio ambiente, será também para mim, para todos, para o futuro, dos meus filhos, por exemplo.

Hoje em dia, está ainda mais difícil por um outro agravante, a confusão que é feita entre outros fatores que convivemos, por exemplo, a política, a segurança, os interesses públicos. Essas questões não têm a ver com a cidadania.

O que acontece é uma jogo de culpa, se algo não vai bem, se nos indignamos com algo que não nos é dado e é de direito, logo, vamos deixar de cumprir também. Não tendo mais ânimo, motivação diante a tantas negligências.

Porém, se agirmos assim, estaremos sendo condizentes com atitudes falhas, assim como aqueles que falham conosco. Precisamos lembrar que, cidadania é dever e direito de todos.

Mas ser cidadão é muito mais que obrigações. Ser um cidadão em sua totalidade é também ter seus direitos garantidos, e se não, outro ato que condiz é lutar por eles. No momento em que estamos, ir às ruas se manifestar, tomar atitudes quando temos alguma questão diária que sabemos que podemos reivindicar, sim, esse é o nosso papel.

Bem, e se você está tão indignado, ou não tem o hábito de exercer atitudes de cidadania, nem as que são de direito, e tampouco os deveres, lembre-se que de alguém precisa vir o certo, que seja então você um deles. Se por uma série de más atitudes temos a desordem, que se comece uma série de boas atitudes para nos organizar.

Referências:

Imagem retirada do link: https://www.dnacidadania.com.br/diferencas-entre-nacionalidade-e-cidadania/

Existe autonomia sem o coletivo?

Resolvi refletir sobre a fala de um colega de faculdade, que em certa aula levantou a questão sobre a importância do coletivo e como trabalhar a autonomia sem ele. Vejo esse assunto como imprescindível, bem como concordo que a autonomia só se desenvolve de fato, a partir da convivência, do coletivo. E partir disso, pensemos juntos, qual é o nível de necessidade do coletivo? Onde isso é importante? Por quê?

Vejamos, primeiramente podemos pensar lá na infância, na primeira turma que uma criança inicia, ela antes, tinha em casa um tipo de rotina, de convivência. As trocas e as aprendizagens, os diálogos, eram com seus pais, por exemplo. Ao ir para a escola, ela começa a aprender uma linguagem diferente, a troca é maior, e consequentemente a aprendizagem também, pois a relação é com várias crianças de sua idade. Então, em qual das duas situações a criança desenvolve mais?

Assim, também acontece com nós adultos, na faculdade, no trabalho. Aprendemos mais com a troca de opiniões com o diálogo, com as práticas. Fazendo e refazendo, dando nossas ideias e adquirindo novas, isso só um grande grupo possibilita.

Mas aí, onde entra a autonomia? Ela está presente em todo o processo, se trabalhamos em grupo, estudamos em grupo, saímos de nosso conforto em casa, tudo lá fora será por nossa conta, desde o que falamos, até o que fazemos. E com as crianças, não é diferente. Se a criança vai para a escola, ela precisa cuidar de seu material, precisa entrar em uma rotina, criar hábitos, organizar suas falas e lapidar comportamentos. Isso é o começo da autonomia.

Essas ideias todas nos fazem refletir e reforçam a necessidade de ir a escola, a faculdade, de estar lá. Ser presença nos ambientes coletivos é um grande desafio, atuar em grupo exige aceitar as ideias, expor as suas, e isso não é fácil. Mas é importante e necessário. Isso enriquece. Autonomia sem o coletivo é sim mais difícil de desenvolver.

Referências

Imagem retirada do link:
https://silabe.com.br/blog/defasagem-dos-alunos-o-principal-desafio-no-cotidiano-do-professor/

Ser único

Nós somos diferentes. Somos diferentes porque cada ser é único, em suas características, em sua criação, em seus pensamentos. Mas convivemos.

A primeira sociedade que aprendemos a viver é a nossa família, e nela um é diferente do outro, por mais que a criação na mesma casa seja a mesma, os pensamentos mudam, a personalidade vai sendo criada com uma soma de inúmeros fatores que vão sendo adicionados para além da nossa casa.

O segundo ambiente de convivência é a escola, independente da idade que ingressar, ali começa uma relação mais ampla. Várias crianças, de mesma idade, de casas diferentes, unidas em um mesmo lugar, com o mesmo propósito: aprender. Mas aprender juntos, aprender a se relacionar. Essa habilidade de se relacionar então vai se alargando, e conforme crescemos, convivemos de inúmeras formas, com a família, com os colegas de profissão, relacionamentos pessoais, amizades, enfim, cada um de uma forma específica.

Mas em todos eles, o respeito, saber ouvir, aceitar e argumentar, saber conversar. É claro que vamos traçando nossa vida e nosso círculo de pessoas vai se restringindo a quem nos parecemos, a quem tem sintonia, ou faz algo parecido com o que fazemos. Porém, não são só com essas pessoas que vamos nos deparar, não podemos nos restringir, nós saímos para a rua, entramos em estabelecimentos, em locais públicos, e precisamos ter a consciência de quem temos que tratar bem a todos, por mais diferente que seja, de aparência, de pensamento, de cultura.

Ninguém é igual. Podemos nos assemelhar em alguns pontos, em vários com alguém, e isso é muito positivo, mas cada um é um.

E é por causa disso que ninguém é melhor que ninguém, cada um tem habilidades, características, valores, então, a superioridade não é válida, por melhor que você seja.

Dessa forma, acredito que, quando o seres humanos forem mais humildes, e perceberem que não existem padrões, existem estilos de vida, tudo irá melhorar, evoluir.

Referência

Imagem retirada do link:
https://o4uxrk33.com/dqp7qw48?key=0f22c1fd609f13cb7947c8cabfe1a90d&psid=14399615

Necessidade de expressão

Nosso trabalho em sala de aula, seja ele qual for, é em prol de evitarmos monólogos. Nosso tempo é marcado por inúmeras características de desenvoltura: existem os alunos que se expressam muito bem, os que não falam sempre, os alunos que tem seus jeitos particulares de falar e os que não se expressam. Nós, enquanto educadores, temos o dever de trabalhar com o desenvolvimento oral dos nossos alunos, sabendo de duas individualidades.

O mundo que os aguarda é um mundo onde as pessoas precisam se comunicar, dialogar, negociar, enfim, expor suas ideias, e isso começa na sala de aula. Desde aquela roda de conversa onde os alunos dizem o que fizeram no final de semana, até aquela apresentação de trabalho. Tudo isso é muito importante!

E é um processo de etapas e contínuo. Inicia desde o Infantil, com o “contar” sobre o final de semana, e passa pelos anos iniciais, em um processo evolutivo de apresentar trabalhos, seminários, teatros, videos, responder oralmente, entre outras atividades.

Muita gente, chega no curso superior e precisa se despir da vergonha, dos seus medos que talvez não tenham sido bem trabalhados ao longo da caminhada escolar. Lá vai precisar falar, apresentar bem muitas vezes sem nenhuma ferramenta de auxílio, até chegar nos estágios, no TCC, entre outros momentos.

E não pensem que é só na escola e faculdade que vem a necessidade de expressão. Ela está na vida profissional, na entrevista de emprego, no  atendimento, no diálogo com as pessoas. Está também nas suas relações pessoais. Saber se expressar, com segurança é imprescindível.

Mas, voltando a falar do processo lá na sala de aula, os questionamentos feitos em aula, também são importantes e vão mais além da dúvida de conceitos. Elas são resultado de um conjunto de esforços que o aluno fez em sua mente, para poder levantar a mão. É um ato de coragem.

O incentivo para que os alunos se posicionem faz com que eles desenvolvam dia após dia a comunicação. Esse processo é diário, em pequenos passos.

Contudo, é importante lembrar que incentivamos a todos, mas não obrigamos nenhum. O processo é individual e cada um possui um ritmo e uma desenvoltura diferente, e por mais que se expressar seja importante, deve ser um processo particular do educando.

Dessa forma, perguntar, colocar ideias, é um processo válido quando for natural do aluno, respeitando seu tempo e suas condições. Ao educador cabe incentivar a todos, e pode fazer isso promovendo rodas de conversa, leituras em grupos, apresentações de trabalhos, entre outras inúmeras formas criativas de interação na turma.

Referências

Imagem retirada do link:
http://observacaonuaecrua.blogspot.com/2012/10/expressao-oral-e-pratica-pedagogica.html

Disciplina na medida certa

Este assunto é tão importante que é necessário clareza ao definir as nossas opiniões sobre ele. Digo isso, como ser humano, educador, à você pai e mãe. Até onde os limites são bons? A disciplina é necessária em que nível?

Precisamos hoje, ter cuidado para não confundir o protagonismo buscado na educação atual, com liberdades a ponto de não termos regras em nossa sala de aula, e deste modo perder muitas vezes, o respeito.

O domínio da turma é algo que se conquista, não com autoritarismo ou submissões, mas com respeito e admiração. E isso não significa a ausência de regras.

É normal pensarmos, ao repreender alguma atitude de nossos alunos, que estamos sendo autoritários demais. Mas isso não é verdade. Tudo depende do modo a que nos referimos à eles.

Dá para sermos firmes sem transmitir medo. Será que o certo então, é deixar livre e nunca aumentar o tom? Julgo isso impossível. Estamos falando de uma turma, e, independente da idade, são muitos. E obviamente, e cientificamente falando, após um tempo, não tão longo, a concentração é desviada, e a tentação de conversar com o colega do lado é enorme. E ali está o primeiro motivo para a chamada de atenção.

É importante destacar algumas comparações importantes entre significados de palavras que fazem parte deste processo. A primeira delas, firmeza. Ser firme não é ser duro. Ser firme é ser claro e direto, é não dar voltas e exigir ser atendido. Por segundo, quero falar sobre o medo. É isso que não deve acontecer, os alunos não tem que ter medo do professor, e sim respeito.

Desta forma, julgo importante termos regras na nossa sala de aula, ter momentos para as atividades, sempre com educador guiando. O educador é mediador quando guia com respeito, carinho, versatilidade e firmeza.

Referências

Imagem retirada do link: http://mccbrasilia.blogspot.com/2012/10/escola-de-fe-e-vivencia.html?m=1

Na ponta do lápis: rapidez ou agilidade?

Ultimamente, quem está na frente é o relógio, tudo o que formos fazer, pensamos “será que vai dar tempo?”. Mas não podemos confundir rapidez com agilidade. Talvez esse seja o nosso maior desafio diário, principalmente no contexto escolar, tratando de planejamento.

Em um planejamento, temos nossas ideias, nosso roteiro de forma organizada com o tempo que teremos, e isso é ótimo, mas precisamos aprender, dia após dia, a sermos mais flexíveis. Esse lado é sim real, mas existe um outro lado para mediarmos, lado este que não nos permite dar total razão para um, nem para outro. Mas, de que outro lado estou falando? Dos alunos.

Sabemos que são inúmeros os fatores que estão ali, o ritmo de cada um, o fator tempo e muitas vezes a quantidade de assuntos para trabalharmos, mas quando o educador cobra neste sentido, muito se confunde com o “fazer rápido”. Para melhor ver estas diferenças, pensemos nos significados das palavras. Rapidez é relacionado com velocidade, pressa. Já a agilidade, tem a ver com a capacidade de executar movimentos com destreza.

A partir disso, notamos que ao exigir dos alunos, queremos desenvolver ali a agilidade, e nela se mistura a atenção no que estão fazendo, a concentração. Outros fatores como a motricidade também estão ali, a serem desenvolvidos, e para isso se faz sim necessária insistência saudável do educador.

Desta forma, chamo a atenção a este texto para qualquer pessoa que o ler, porque independente do papel que ocupa, seja educando, educador, pais, todos precisam fazer essa diferença entre apressar e agilizar, para clarear algumas ideias e colaborar para o desenvolvimento saudável de nosso alunos.

Referência

Imagem retirada do link:
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2014/02/28/1085469/professor-instigue-os-seus-alunos-escrever-melhor.html