A força da escola

Você já se perguntou tudo o que está envolvido no processo de aprendizagem? Existem muitas coisas estão envolvidas nesse processo, vamos refletir sobre o impacto que há em estar na escola no desenvolvimento humano.

A escola é o segundo contato social da criança, o primeiro é a família. Porém, existe uma enorme diferença entre sua vivência com pai e mãe, e no máximo irmãos, se comparado a conviver com uma turma de crianças, adultos, bem como regras distintas ou somadas às de seu lar. É de cara, o mais próximo do mundo que a espera. 

Além desse contato inicial, as aprendizagens são imensas, desde o manuseio de materiais, objetos, a motricidade que é necessário para tal,  trabalhar em grupo, e todos os conhecimentos adquiridos, descobertas ano após ano, série após série. 

Diante disso, a escola tem um papel de desenvolvimento completo, incluindo pontos sociais, intelectuais, cognitivos, práticos e criativos. A escola cada vez mais está sendo questionada e quista por ser um ambiente que cumpre um papel social, motivador e mediador do desenvolvimento e aprendizagens, deixando para trás a escola conteudista. 

Esse novo pensamento onde educadores, alunos e famílias começam a se dar conta daquilo que não é mais eficaz na aprendizagem, se deve às novas gerações que tem tudo para serem autônomas, para criarem e construírem, e tudo o que elas precisam já encontram com muita facilidade, em casa, em suas tecnologias.

Assim, a escola vem se atualizando e se reinventando para poder realmente fazer a diferença na vida dos nossos estudantes. Sempre em frente, com dedicação e consciência do importante papel que tem na sociedade.

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https://informativorj.blogspot.com/2015/07/educacao.html


A educação que transforma pessoas

Quantas vezes você já ouviu falar que a educação transforma? Ou que só a educação transforma o mundo? Mas você já parou para pensar de fato no porquê disso?

A educação como transformação do mundo não pode se tornar um discurso clichê, precisa se manter sólido sendo algo que, de fato, é verídico. Vamos relembrar isso.

Quando dizemos que a educação transforma o mundo, queremos dizer que a educação transforma as pessoas. O mundo, a sociedade é feita de gente, gente que vai, ou pelo menos deveria, por direito, ir a escola, e lá é o lugar da mudança. Lá se aprende, se conhece e se cria. 

Aliás, acredito que a palavra criar é o que faz a transformação acontecer, só que para isso é necessário passar pelo processo de conhecer, pesquisar, descobrir, e enfim, aprender. E esse movimento acontece na escola.

Nossos alunos, crianças e jovens, são os que podem ter a chance de promover mudanças, sejam elas quais forem. Podem rever o que foi feito  e reconstruir, sobre o que for, mais eficazes, atualizadas. 

O conhecimento abre portas, cria oportunidades, se se espalha atinge inúmeras pessoas. O conhecimento nos faz crescer. É como dizia Paulo Freire, “Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo.”

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O lugar do professor

Estamos em meio uma sociedade que com alguns desafios, muitas inversões de valores e certas injustiças. Isso, julgo ser, dentre todos os motivos, pela ganância, onde quem está no comando político do governo, onde quem encontra caminhos que os levam a uma vida confortável acaba nunca estando satisfeito, e caindo no infame erro de pegar o que não lhe pertence. Diante disso, o professor que estuda e cresce em sua carreira acaba perdendo espaço por outros que ultrapassam seus limites.

Nesse suposto contexto, onde se encaixa o professor? O professor luta todo o dia pelo seu espaço, espaço que é seu por direito, competência e trabalho. O professor ama o que faz, mas por vezes, alguns o colocam em uma posição vulnerável, em um cenário de pena, de injustiça. Porém, embora nosso país colabore para isso sim, acredito que cada um precisa se colocar na posição de profissional, competente que é, com inúmeras capacidades, e largos campos de atuação. Sabemos que muitos dos profissionais da educação não estão tendo o mínimo das condições necessárias para exercer sua função, os tempos são difíceis e a “bomba” estoura nas nossas mãos, mesmo assim não podemos deixar se perder o valor que temos.

Precisamos ser uma categoria unida, forte, que acredita na educação de cada ser humano. Entretanto, sabemos que com o tempo e a importância dada à educação e a escola, fomos rebaixados, mas precisamos nos impor, nos qualificar e mostrar sempre quem é o pedagogo, quem é o professor, o grande trabalho que faz, para que o vejam como um profissional essencial como qualquer outro, nem menos, nem mais.

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As dimensões da letra

Já problematizaram sua letra alguma vez na vida, né? Pois é, a minha também, e isso é super normal, e sabem por que? Porque uma letra é diferente da outra. E os professores, bem, esses sempre querem o nosso melhor, caprichado e organizado. Mas recentemente estive fazendo um curso sobre tipos de letra (digamos assim), e encontrei uma lacuna nesse aspecto. 

Caligrafia trata-se de um tipo de letra que segue um padrão, bem feita e bonita, mas o calígrafo por exemplo, não tem muito espaço para criar, ele é obrigado a seguir um modelo. Aí pensem comigo, se a caligrafia é seguir um padrão, quando é dado aquele caderno de caligrafia aos alunos queremos que todos escrevam em um padrão? Mas, a letra é algo particular de cada um, ela segue uma linha, cursiva, com o modelo ensinado, porém seu desenho é individual.

Partindo dessa ideia podemos refletir até onde a interferência do professor na escrita do aluno, lá na alfabetização, deve ir. Obviamente que ele ensina e orienta o aluno em todo o processo de construção da escrita, letra por letra, mas quando chegamos na estética da letra, a questão do feio ou bonito é algo particular que não deve ser levado em conta para ser certo ou errado, isso é uma característica de cada aluno.

O termo lettering explica bem isso. Ele basicamente é uma forma de criar livremente o desenho de sua letra, seja ela artística ou não. Isso não se aplica para as crianças, mas pode nos ajudar a pensar na liberdade de criação da própria letra.

Assim, podemos pensar que a construção da letra é algo a ser ensinado e orientado, mas a estética dela não deve ser algo problematizado. Isso é característico de cada um e precisa ser respeitado.

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https://www.estudopratico.com.br/caligrafia-artistica/

Coisas da quarentena

De repente, as pessoas se viram obrigadas a frear, a parar de trabalhar, parar de estudar, parar de correr, parar de sair. Pararam também de comprar tanto, entretanto, viram que precisavam pensar em como comprar o necessário para viver e sobreviver, com uma série de limitações, mas a maior delas, não sair de casa. E elas deram um jeito, pediram tele entrega, se organizaram para ir até o supermercado e a farmácia. E começaram a olhar para dentro de suas casas, a fazer coisas que antes não tinham tempo, e agora, é o que mais tem. 

As pessoas ficaram em casa para cuidar de suas famílias, das pessoas que amam, fazer o que gostam com elas e tudo por causa do medo, o medo de perdê-las, perdê-las pela doença. Mas acabaram gostando de fazer aquela comidinha gostosa, jogar carta e assistir um filme. Mal lembravam como era bom sentar e tomar um chimarrão no final da tarde e brincar com o cachorro.

Meu Deus! Bem, quem não mais lembrava dele, agora lembrou. Até sentou e leu aquele livro, escreveu ou até desenhou! E olha, há uma coisa que refletiu em muitas famílias, acompanhar as tarefas e trabalhinhos de escola dos seus filhos. Dia após dia, fazerem juntos as tarefas, garanto que haviam famílias que não mais o faziam. 

Olharam para seu quarto, seu guardarroupa e notaram que estava uma bagunça e que precisava arrumar. Aí usaram uma tarde ou duas, e deixaram brilhando! Até separaram algumas peças que não usam faz um ano, e doaram. 

É, coisas da quarentena. Fazer para si e para sua casa, organizar a sua vida onde ela está e aprender a fazer tudo isso sem saber como será o amanhã, sem poder planejar nada. Em tempos de Páscoa, para quem crê talvez seja a mais sincera de todas. Para os aniversariantes do mês e suas famílias, talvez seja o aniversário mais marcante e cheio de carinho. Os presentes, os chocolates, deixa para outro dia.

Ah! Quase me esqueci. O causador de tudo isso, é um ser pequeno e invisível, que agora é ele quem gostar de sair, estar onde nos estamos, sempre na rua. Agora quem está por aí é ele, nos obrigando a ficarmos quietinhos em casa, para depois voltar a fazer o que gostamos lá fora.

Pensando sobre EAD

Quando falamos em ensino EAD entendemos que ele é uma forma tecnológica de educar à distância, com conforto e praticidade, porém existem nessa modalidade pontos positivos e negativos, dependendo à que é voltado. 

Dos pontos positivos  do EAD, começamos pela sua intencionalidade, que foi facilitar o acesso e o ingresso ao ensino. Existem  faculdades renomadas, públicas e privadas, que ofertam graduação e pós-graduação com excelência, a questão a ser observada é de cunho individual.

Por exemplo, a EAD começa a ser um problema, quando os alunos a utilizam em qualquer curso, principalmente como graduação, sua primeira formação, sendo que determinado curso precisa de um pouco mais de dedicação, ir até a faculdade, estar presente em aula, aprender na prática, participar. Alguns cursos exigem um pouco mais da disposição de tempo e presença, alguns até por motivos óbvios, como a Pedagogia e outras licenciaturas, que sentido faz aprender a trabalhar na área de ensino sem estar presente nela? Muito se perde por ser pouca vivência.

Ainda temos os cursos de especialização, que por ser um aprimoramento, se for feito em alguma instituição renomada na área escolhida, não se perde por ser EAD. Mas claro, é uma escolha muito particular, por serem questões subjetivas de cada aluno.

Outro ponto que não pode ser esquecido é que extensão de aulas, tarefas online para casa, não são Ensino à Distância. Videoaulas e atividades extraclasses não são podem substituir isso. EAD é um curso que precisa ser muito bem pensado e elaborado pelas instituições.

É preciso, de toda a forma, olhar a classificação do curso, o nível da instituição de ensino. Não basta escolher o curso mais curto e barato por sua nomenclatura, as vezes a faculdade é ótima em alguns cursos, mas por vezes em outra faculdade de menor porte, o curso específico é excelente. Assim, sabemos que existem cursos ótimos, só é preciso compreender se é válido para sua área de estudo.

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Por que compartilhar boas ideias?

Certa vez me perguntaram o que eu ganho mantendo um blog e escrevendo textos toda a semana. Minha resposta veio junto com a sensação que senti na hora, me sinto feliz escrevendo. E o lugar que encontrei para passar adiante tudo o que produzo foi o blog. Isso é uma das milhares formas que existem para compartilhar algo. São inúmeras as ferramentas tecnológicas ou não, que estão a disposição do compartilhamento de ideias e saberes. 

Nesse sentido, acredito ser extremamente importante passarmos adiante o que sabemos, uma vez que trabalhamos em equipe na maior parte das vezes. Isso serve para qualquer vivência, por exemplo, em uma escola, as regentes de uma mesma etapa, preferencialmente planejam juntas, mas na sua atuação em sala de aula, certamente terão ótimas ideias para trabalhar com seus alunos, e nesse caso devem compartilhá-las com seus colegas, assim passando as boas ideias para frente. 

E, em muitas outras situações, esse processo ocorre, seja com produções, ideias e saberes. Precisamos compreender que não faz sentido o conhecimento “morrer” conosco, de nada servirá ter aprendido, se não fizemos nada de útil e para além de nós, com ele.

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A importância de se dar um tempo de estudo

Estudar em casa tem várias versões, algumas pessoas entendem de um jeito e outros de outro, alguns fazem, outros não. Mas hoje vamos entender um pouco a importância desse ato na sua real intenção.

Obviamente que, independente da faixa etária e do nível escolar ou universitário em que está o aluno, ele possui facilidades e/ou dificuldades, afinal são muitas as habilidades e competências a serem desenvolvidas. Contudo, o que precisamos entender é que o hábito de estudar em casa perpassa essa ideia. 

O tempo destinado ao estudo em casa é uma forma de ampliar os saberes, estudar, revisar, não só para compreender o conteúdo que não foi bem fixado em sala, mas para o crescimento e conhecimento individual. Isso é notável no ensino superior, onde as leituras, os artigos solicitados durante a graduação acabam já não sendo lidos apenas para cumprir a tarefa, mas sim para o seu autoconhecimento, pelo querer aprimorar-se.

Buscar e pesquisar é estender seus estudos tendo em vista a importância do seu crescimento individual. É um processo autoformativo, onde o aluno compreende que se dar um tempo de estudo em casa é se entender responsável pela sua formação.

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A prova não comprova

Já pensei muito sobre isso, escrevi e ainda não estou satisfeita, afinal, o que é a prova? Pensando bem minuciosamente, são questões preparadas diante daquilo que o professor explicou onde o aluno irá responder e se souber, obterá uma nota a qual vai definir se ele aprendeu, caso contrário, não aprendeu. Faz sentido isso para você?

Uma prova, independente de ser dissertativa ou objetiva sempre será redundante e não consegue extrair do aluno tudo o que ele sabe. Obviamente que você, caro leitor, deve estar pensando que o professor não avalia apenas por ela, mas, acredite, há quem o faz. 

Nesse sentido, precisamos repensar esse método avaliativo que por muito tempo vem sendo algo prático e documentado, mas que estamos vendo que não é um método diagnóstico. Estamos diante de um tempo em que o olhar atento ao aluno em sua totalidade é mais importante, o olhar de uma aprendizagem significativa, do fazer sentido, do poder da empatia. E estamos nos contradizendo ao pensar nisso se o que passa o aluno adiante são de fato a prova. 

Portanto, se já percebemos insatisfação da prova como método avaliativo, aos poucos devemos mudar essa realidade. O leque avaliativo para diagnosticar aprendizagem dos alunos é enorme, trabalhos individuais, em grupo, projetos e atividades, mas e então, por quê insistir na prova?

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https://www.qconcursos.com/artigos/pergunte-ao-especialista-quais-os-tipos-de-provas

Interdisciplinariedade: um novo olhar

“Sou de exatas!”, “Eu sou de humanas!”. Você já ouviu esses termos? Provavelmente já os disse, e isso nos põe em um lugar ou em outro. Mas será que deveria ser separado dessa forma? Se pensarmos na lógica interdisciplinar, não.

Ao falarmos de interdisciplinaridade, pensamos em todas as disciplinas interligadas. Na epistemologia da palavra, temos inter como ação/interação, disciplina como episteme e dade como ação-resultado.

Para os professores, pensamos em uma interação entre as matérias, unindo os conhecimentos para mostrar que tudo tem sentido e ligação entre si. A partir disso, podemos elaborar projetos com todas as matérias, Geografia, Matemática e História e todas as outras, acabamos aos poucos com algo que tanto nos incomoda no sistema de ensino, a fragmentação. Claro que assim como até hoje tudo foi um processo, continuará sendo, provavelmente essa ideia ocorrerá a passos lentos, mas cada professor, pedagogo, pode em sua aula, elaborar atividades que conciliam conteúdos. 

Nesse caso, o professor ou pedagogo, precisa conhecer um pouco de todas as áreas, o que nos faz pensar em sua formação. Entretanto, para fazer seu planejamento, ideias assim como de uma atividade multidisciplinar, se for feita em conjunto com outros professores, quão melhor, mas se for feita só, entramos na autoformação. Ou seja, o educador pode buscar meios de saber mais sobre outros assuntos, afinal, precisamos disso para trabalhar juntos.

Dessa forma, chegaremos juntos a conhecimentos que façam mais sentido, aprendizagem mais significativas, grupos sabendo trabalhar em equipes. Tudo isso, a partir da lógica ação-resultado.

REFERÊNCIAS

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