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Mãos na tinta!

O recurso que vamos falar hoje, é a tinta guache. Ele é um material que as crianças adoram! Quando o professor anuncia que a atividade será com guache, é só alegria!


Mas será que estamos utilizando de forma correta esse recurso? Vamos refletir sobre alguns pontos.


O primeiro deles é, de que forma a atividade é conduzida. Se a atividade é limitada por algumas orientações, terá o mesmo significado da criança estar usando a criatividade com esse material? Acredito que não. Entendo que, em alguns momentos, é preciso realizar atividades que já tenham um roteiro, digamos assim. Mas é necessário que, com a tinta guache, as crianças também tenham momentos livres, de usar a mão além do pincel, que criem e se sujem, que imaginem, é que utilizem as cores que desejarem.


Acredito que a tinta guache é um material interessante que pode ser explorado de diversas formas, entre elas as cores, as misturas, as texturas. Por isso, o segundo ponto que quero comentar aqui, é que a arte em si pode não ter uma forma padrão, pode não ter linhas. Misturas do cores também fazem todo o sentido e se bem exploradas resultam em um belo aprendizado!

Portanto, a tinta guache, se bem utilizada, é um recurso pedagógico que explora e oportuniza muitas aprendizagens!

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Terra: natureza também é aprendizado

Dentro dos recursos para o aprender, passamos por inúmeros tipos de objetos, materiais. Nem todos são comprados em livrarias, por exemplo. Há algo muito mais simples que nos oferece também aprendizado: a natureza.


Não é de hoje que se estuda dentro da Pedagogia, escolas e projetos que enfatizam um ensino ligado à terra, aos elementos naturais. As relações entre os conteúdos e a prática em si fazem com que o conhecimento aprendido tenha mais significado.

Por isso, a terra é um elemento que pode ser utilizado nas aulas de diversas formas. Se a escola possuir um espaço para plantar ou algum tipo de jardinagem, melhor. Senão, a criatividade da educadora pode ser em trazer esses elementos para a sala de aula, um bom exemplo é trocar a tinta em alguma atividade por um pigmento elaborado com terra.

Podemos explorar esses elementos naturais de diversas maneiras. Isso desenvolve a criatividade e o conhecimento da criança, tendo um olhar voltado para o mundo e seus detalhes.

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Imagem retirada do link: e-importante-deixar-as-criancas-se-sujarem/amp/

Vamos modelar?

Esse material é tão importante que por vezes esquecemos de olhar atentamente à ele. A massinha de modelar, popularmente conhecida, faz parte da vida escolar da criança, principalmente, desde a educação infantil até os anos iniciais, na alfabetização, tendo um grande impacto positivo.

Esse recurso, sendo bem explorado pelo professor, faz com que a criança desenvolva várias áreas, vamos à algumas delas: motricidade fina, concentração, criatividade, pensamento, expressão, formas e cores, movimentos, entre outras.

Uma boa forma de utilizar esse recurso é o professor orientar o momento, mas mais do que tudo, deixar o aluno livre para pensar e representar suas ideias à sua maneira. O grande desafio do professor, no momento que os alunos estão fazendo uma atividade assim é, mediar sem interferir.

A massinha de modelar enfim, pode estar presente tanto durante uma atividade mais dirigida, quanto em momentos livres para a criança criar. E então, vamos modelar?

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Comemore as pequenas conquistas

As conquistas são do tamanho da criança. Se por vezes achamos que aquele passo é muito simples e fácil, e tratamos isso sem nenhum entusiasmo, estamos errados. 

Para a criança, aquele pequeno passo é muito importante. O significado daquela conquista para ela, é tão grande quanto uma conquista de um adulto para ele.

Quando a criança consegue fazer algo que estava tentando e nós valorizamos isso, estamos incentivando ainda mais os próximos passos. 

Por isso, comemore as pequenas conquistas, esteja atento aos pequenos passos, seja em casa, ou no ambiente escolar, onde é muito importante que o professor note o esforço do aluno, quando ele deu seu melhor, e incentive-o através de uma palavra, seja elogio, ou até uma dica construtiva.

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Pedagogia do erro: o que podemos aprender com isso?

Você já ouviu falar em pedagogia do erro? Esse termo foi trazido por Paulo Freire, e quer nos fazer refletir sobre a forma com que encaramos o erro. A maneira com que conduzimos isso na escola evidentemente reflete em toda a nossa vida. Por isso a importância de pensar sobre isso.

Imagine se o erro fosse a chave para novos debates? E se fosse visto como opção para outras percepções? Essa teoria nos propõe isso, vermos no erro uma brecha para novos diálogos. 

Assim, a partir disso podemos dizer que aprendemos com ele. A chave para um movimento de diálogo e aprendizagem é o erro, o espaço para divergir. Ouvi de uma professora uma vez que texto bom é aquele que tem correções, pois o que está totalmente ruim, nada se pode fazer. Assim é com tudo em nossa vida, errar e acertar, principalmente na escola, é sinônimo de vida, de ânimo para aprender, e aprender com os outros.

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Ler e escrever: uma dupla imbatível

Não é de hoje que falamos dessa dualidade, né? Ler e escrever são dois movimentos que fazem parte de um processo que se desenvolve ao longo da vida e nunca se encerra.

Isso porque, primeiramente, somos seres em constante aprendizado, e em segundo plano, porque sempre teremos mais a aprimorar, tanto na leitura quanto na escrita.

Mas quero aqui dizer que, quanto mais estivermos em contato com leitura, seja ela de qualquer gênero, melhor leremos, e consequentemente, melhor escreveremos. Quanto mais palavras nosso cérebro conhecer, através da leitura, maior nosso arcabouço de palavras para qualquer situação, de escrita ou até de fala. Isso sem falar da riqueza de conhecimentos! Isso então nos leva a ter mais argumentos em várias situações. 

Portanto, a leitura é uma prática diária, um hábito que quando adquirido, se aprimora cada vez mais. E seus benefícios? Bem, eles te levarão cada vez mais longe, abrindo portas, trazendo oportunidades!

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O concreto

É preciso mostrar. O exemplo já significa muito para uma criança, quanto mais na sua aprendizagem. Entendemos que os conhecimentos estão inteiramente ligados e advém de tudo o que faz parte da nossa vida. 

Mas, na escola, nem sempre nos damos conta de como é importante trazer exemplos cotidianos para relacionar com os conteúdos. A cada conteúdo que formos trabalhar com nossos alunos, podemos ser criativos e demonstrá-lo de alguma forma. Pode ser através de algum objeto, alguma dinâmica, ou experimento. Algo que faça o aluno perceber a relação entre o conteúdo e como ele é inserido no dia a dia.

Por isso, esse movimento é enriquecedor e faz toda a diferença na aprendizagem. Os alunos visualizam e compreendem muito melhor, existindo aí maior sentido na explicação, no conhecimento. Isso constrói uma ponte entre a escola e o cotidiano do aluno.

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Reinvente-se

Se reinvente. Todo o dia. Sabe aquele papo de ser flexível? É uma questão real. Mesmo que tenhamos em mãos um planejamento, uma organização, nós sabemos que ao longo do dia, as coisas podem sair diferente do esperado. 

Quando falamos de escola, muito mais. O professor está trabalhando com alunos, e por isso precisamos levar em consideração que cada um tem suas particularidades, e por sermos humanos, nem sempre estaremos nos nossos melhores dias, às vezes mais agitados, outras vezes mais introspectivos. 

Diante disso, por vezes ao chegar na sala de aula podemos ter planejado que a aula ocorreria de tal forma, mas no momento se faz necessário trabalhar mais algum conteúdo específico, ou até pausar e falar sobre algo que está agitando os alunos. Esses são exemplos de momentos que podem vir a acontecer com qualquer um de nós, e nesse momento, se reinventar é necessário.

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Habilidades socioemocionais: Da necessidade à emergência

Há muito tempo nos meios de discussão sobre educação, ensino e sala de aula, se vem falando sobre uma educação mais humana, baseada por exemplo na empatia. Habilidades socioemocionais é um termo que engloba também essa ideia, mas sugere também como fazer isso pedagogicamente. 

As questões socioemocionais da criança estão relacionadas com suas relações inter e intrapessoais, e com elas, bons momentos, e até seus conflitos. A forma como a criança vai buscar reagir diante das situações, ou até o que ela vai criar, construir,  são habilidades a serem desenvolvidas, e para isso precisamos oferecer oportunidades.

Na escola, essas questões já vinham sendo trabalhadas, um pouco mais sutilmente em algumas escolas. Até que, a pandemia da COVID-19 fez desse assunto o mais importante, passando a ser mais relevante para a saúde e rendimento da criança do que conteúdos. 

E nesse contexto, olhar com empatia para a criança e realmente ver o que ela está vivenciando, como a família está lidando com o momento, é essencial. A partir daí, várias atividades podem auxiliar nisso, por exemplo, jogos e atividades cooperativas, momentos de criação, momentos de diálogo. Com isso, vai se trabalhando e ajudando os alunos a desenvolver suas habilidades socioemocionais, com seus sentimentos e com sua forma de se relacionar com os outros, o que impacta também na aprendizagem futura.

REFERÊNCIA

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Espaços tecnológicos e o compartilhar boas ideias

Nos últimos tempos, vimos que a internet e suas tecnologias são mais necessárias na nossa vida do que imaginávamos. Aulas online? Sim. E boa parte dos alunos brasileiros que não têm acesso às tecnologias foram prejudicados. É, a internet e seus benefícios fazem parte da nossa vida diariamente.

Mas, apesar disso, imaginem que se cada um que tivesse uma boa ideia sobre algo realmente a divulgasse? Ou, ao criar algo interessante, o disponibilizasse? Muitas pessoas têm boas ideias mas não as compartilham.

Este blog é um bom exemplo disso, um espaço despretensioso para que possamos através da escrita e da leitura, refletir sobre vários assuntos da educação. 

A internet hoje une as pessoas, faz com que de longe muita gente se conecte e compartilhe suas ideias. Os espaços tecnológicos nos proporcionam isso.

Por isso, se você tem algo a compartilhar, o faça, pois o conhecimento se faz quando ele é passado adiante, como em um trabalho de formiguinha. Ele vale a pena quando há troca de saberes, quando se espalha, provoca questionamentos e produz movimentos entre as pessoas. Acredito que as tecnologias nos ajudam nisso por alcançarem pessoas dos lugares mais distantes.

Referências

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