Monthly Archives: Julho 2020

PROJETO: MAIS QUE METODOLOGIA, EMPATIA! A empatia constrói vínculos

A empatia aproxima. Ela faz toda a diferença no bom andamento das aulas, e soma para as boas relações. 

As relações interferem diretamente no rendimento das aulas, na aprendizagem dos alunos. Por mais dificuldades que o aluno tenha, se ele se sente acolhido e se anima com o professor, ele vai estar presente e dar o melhor de si. Vamos imaginar como isso acontece.

Na individualidade de cada um existe toda bagagem emocional que é influenciada pela família, pelas suas relações sociais e tudo o que lhe acontece. Certamente existem para o aluno, de qualquer idade, dias bons e ruins, mas todo dia é dia de ir para a escola, dia de abrir a mente e aprender.  Mas como abrir a mente se ele possui alguma preocupação?

Bem, nesse caso é que entra o professor e seu olhar atento e empático. Isso é empatia. Obviamente que não estamos falando de um super herói que irá resolver as questões de cada um de seus alunos todos os dias para que eles possam aprender. Estamos falando de uma postura de empatia que acolhe, que se põe no lugar do outro e compreende as angústias dos alunos. Os traz para uma aula agradável, onde ele se sinta bem com aquele professor e seus colegas. 

Nesse contexto se constrói vínculos. Vínculos de afeto, de amizade e confiança.  Alunos e professores estarão felizes com a presença uns dos outros.  Então os problemas não serão resolvidos, mas serão ofuscados por algo melhor. Fruto da tal empatia.

REFERÊNCIAS:

Imagem retirada do link: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=13109

PROJETO: MAIS QUE METODOLOGIA, EMPATIA! Empatia na relação professor/aluno

Nos últimos tempos muito se fala em empatia, em construção de vínculos, relações que façam mais sentido dentro do ambiente escolar. Todos, tanto as crianças quanto os adultos, estão sentindo falta disso, e a empatia parece fazer parte do aprendizado dos alunos.

E de fato é muito importante. A empatia está em toda a parte do ambiente escolar. O professor por exemplo, precisa olhar para cada aluno diariamente, e notar como ele está, acolhendo-o como um ser que é humano, carrega alegrias e angústias, e com essa postura afetuosa ele poderá até se sentir melhor.

Não é mais possível ignorar a vida pessoal do aluno como se ele pudesse “virar a chave” com algo sério que o preocupa. É preciso ver essa situação e alcançar a ele um olhar empático, de acolhida e compreensão.

Quando nos colocamos no lugar do outro e percebemos como ele está, nos aproximamos. O professor certamente, ao enxergar de fato seus alunos, constrói uma relação de carinho, respeito e confiança com eles. Provavelmente podemos dizer que os alunos ao se sentirem acolhidos, darão seu melhor naquela aula, por exemplo. Só uma acolhida cheia de empatia pelo outro proporciona isso.

Educação em tempos de pandemia: Um olhar positivo

Fui desafiada a falar sobre esse tema tão polêmico. Mas esse texto especialmente será uma conversa, uma forma de dialogarmos sobre as boas oportunidades escondidas nessa fase.

Acredito importante vermos tudo isso, primeiramente como algo que não durará para sempre, entretanto, é preciso ter consciência de que ficarão marcas positivas e negativas na história, na vida de cada um de diversas formas, sejam elas na formação, nos afetos e também nas finanças. Por isso, precisamos nos esforçar, para com o que pudermos, diminuir o quanto for possível os impactos negativos causados pela pandemia.

A educação está sendo de fato prejudicada. Falo isso porque em nosso país a educação está há tempos em um lugar complicado, no momento, está ainda pior, e ouso dizer que após a pandemia, mais difícil ainda será. Um bom motivo para isso é a falta de apoio do governo tanto financeiro quanto de amparo mesmo, a questão está na importância dada para os alunos, para a escola como um todo nesse momento, que infelizmente, é quase nada. As escolas que conseguem, por suas próprias pernas amparar seus alunos, famílias, educadores e funcionários todos, faz isso por si só, e ainda bem. Enquanto nossa educação pública que é a essência da educação, que deveria ser pública, gratuita e de qualidade, fica só no discurso. 

Ainda assim, precisamos pensar em nossos alunos, em como as atividades remotas impactam na vida deles e nas famílias. Sabemos de todos os desafios que perpassam as aulas remotas, mas precisamos mesmo é dar destaque a pensamentos positivos em relação à isso. É preciso ver esse momento como uma experiência, algo diferente que estamos vivenciando por um tempo, as perdas de aprendizado que ocorrem no caminho, nós sabemos e delas correremos atrás, mas existe algo de positivo por aqui. Será que estar em casa, fazendo as atividades com a família, mais próximos, pais mais presentes na educação dos filhos, não é positivo? De um jeito indesejável, famílias estão prestando mais atenção em seus filhos e participando de seu aprendizado.

Todos estamos nos reinventando, a escola, as famílias é isso pode ser algo positivo. De certa forma, também os alunos adolescentes, jovens, estão se esforçando ainda mais, para pesquisar, criar, estão tendo que ter a autonomia de estar presente, buscar e fazer. É claro que não é o ideal, mas para esse período de experiência, nem tudo é negativo.

São dois pontos que, talvez sejam hábitos criados nesse período de ensino remoto durante a pandemia, que perdurem para um bom tempo. Afinal, deve haver algum aprendizado nessa experiência, não é?

REFERÊNCIAS

Imagem retirada do link: https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fpt.vecteezy.com%2Farte-vetorial%2F217459-mesa-de-trabalho&psig=AOvVaw3E591okQCDUus3lmnuqrdC&ust=1594728852631000&source=images&cd=vfe&ved=0CAIQjRxqFwoTCKiD0ZKayuoCFQAAAAAdAAAAABAI

PROJETO – Por uma sala de aula convidativa: LIBERDADE PARA A AUTONOMIA

Em todos os textos anteriores deste mini projeto para uma sala de aula convidativa, falamos em postura do professor, estrutura de sala de aula, forma de aprender pela prática e rotina que também é aprendizado. Para fechar, o último texto é basicamente uma justificativa para todos esses pontos. Vejamos.

De certa forma, adotar aquelas posturas propostas dá uma certa liberdade às crianças de escolher, pesquisar e construir. Elas ganham espaço e ganham um protagonismo. São autoras de suas próprias ideias. Ou seja, elas ganham autonomia.

Autonomia sobre suas descobertas, autonomia sobre suas escolhas e também sobre suas ações, porque foi dado a oportunidade de fazer, assim aprendeu e agora o faz. Só se aprende a comer, comendo, só se aprende a chegar em algum lugar indo algumas vezes até lá. Só se aprende a fazer sua higiene pessoal se a deixarem fazer, no seu tempo, errando e acertando. Só se aprende, de fato, com ânimo e curiosidade de aprender.

Dessa forma, caros leitores, a autonomia da criança de fazer suas próprias escolhas, de criar, de construir por si mesma, só acontece se for dada a oportunidade para tal. Para optar por algo é preciso ter opções. É podendo escolher que se aprende a escolher.

REFERÊNCIAS

Imagem retirada do link:
https://www.mindomo.com/es/mindmap/psychomotor-development-3-6-years-old-758b042664d34bea9b46080ccfa71adc