O reforço na escola

Estamos diante de um tema muito importante que precisa da nossa atenção. O reforço escolar nesse texto tratará do reforço no ambiente escolar. Aqui vamos olhar para ele de uma outra forma.

Por muito tempo, quando se falava em reforço na escola, ele já de cara era um mecanismo seletivo, classificando quem está com boas notas e quem não. O reforço era para aqueles alunos que estavam “mal”. Isso entre os colegas, gerava um certo sentenciamento, ou seja, os alunos que foram chamados pareciam estar sem chances de se sair bem na próxima prova, por exemplo. O reforço então passou a ser objeto de medo, algo negativo.

A melhor forma de mudar isso, é convidar todos os alunos. Atualmente, muitas escolas já compreendem o reforço como algo que é direito do aluno, um momento a mais, que reforça e intensifica o que está sendo aprendido, onde todos serão convidados, mesmo que em períodos diferentes. 

Entendendo que todos precisam, que o aluno sempre tem algo a aprender e alguma dúvida, o reforço passou a fazer parte do currículo escolar de todos os alunos, sendo algo positivo para eles.  E é assim que queremos que ele seja visto, como algo leve, que os ajuda, e não que os classifica.

REFERÊNCIAS

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https://www.perpetuosocorro.org.br/retorno-do-reforco-escolar/

PROJETO: MAIS QUE METODOLOGIA, EMPATIA! A influência da empatia na aprendizagem

Você acha que uma relação de empatia entre professor e aluno interfere no rendimento escolar? Se sim, acertou. São várias as experiências e depoimentos de pessoas que, por um professor gostou de uma matéria ou infelizmente odiou. O professor tem esse poder, ou melhor, essa responsabilidade. Pode ajudar o aluno a brilhar, motivá-lo, ou pode apagar sua luz. A empatia é imprescindível para ajudá-lo a brilhar.

Inicialmente, a empatia faz com que o professor se ponha no lugar dos alunos, para vê-los com um olhar compreensivo e pensar a partir da realidade sua turma. Mas vamos ir mais além, vamos para a aprendizagem.

Uma relação de carinho, respeito, confiança e empatia entre a turma e o educador faz com que os alunos dêem o melhor que puderem para aquele professor que expressa sinceridade e carinho. A matéria pode não ser tão boa para alguns, até difícil, mas eles gostam é do professor, e isso ajuda, se sentirão motivados para se esforçar mais.

Mas existe algo que faz parte também dessa relação, o diálogo. Ele também é uma forma de demonstrar empatia. Não é preciso impor o que precisa ser dito, basta conversar com a turma. Explicar o que se quer dizer como que contando com eles é um gesto afetuoso. O diálogo é uma boa ferramenta. 

Consequentemente a isso, o rendimento escolar poderá ser melhor, por a aula ser agradável. Os alunos serão motivados, porque é bom.  Ao meu ver, um professor que possui essa relação de afeto e empatia, onde o aluno se sente bem, obterá melhores resultados de sua turma. 

REFERÊNCIAS:

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http://colegio.pioxii-es.com.br/familiaxescola/empatia-no-ambiente-escolar

PROJETO: MAIS QUE METODOLOGIA, EMPATIA! A empatia constrói vínculos

A empatia aproxima. Ela faz toda a diferença no bom andamento das aulas, e soma para as boas relações. 

As relações interferem diretamente no rendimento das aulas, na aprendizagem dos alunos. Por mais dificuldades que o aluno tenha, se ele se sente acolhido e se anima com o professor, ele vai estar presente e dar o melhor de si. Vamos imaginar como isso acontece.

Na individualidade de cada um existe toda bagagem emocional que é influenciada pela família, pelas suas relações sociais e tudo o que lhe acontece. Certamente existem para o aluno, de qualquer idade, dias bons e ruins, mas todo dia é dia de ir para a escola, dia de abrir a mente e aprender.  Mas como abrir a mente se ele possui alguma preocupação?

Bem, nesse caso é que entra o professor e seu olhar atento e empático. Isso é empatia. Obviamente que não estamos falando de um super herói que irá resolver as questões de cada um de seus alunos todos os dias para que eles possam aprender. Estamos falando de uma postura de empatia que acolhe, que se põe no lugar do outro e compreende as angústias dos alunos. Os traz para uma aula agradável, onde ele se sinta bem com aquele professor e seus colegas. 

Nesse contexto se constrói vínculos. Vínculos de afeto, de amizade e confiança.  Alunos e professores estarão felizes com a presença uns dos outros.  Então os problemas não serão resolvidos, mas serão ofuscados por algo melhor. Fruto da tal empatia.

REFERÊNCIAS:

Imagem retirada do link: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=13109

PROJETO: MAIS QUE METODOLOGIA, EMPATIA! Empatia na relação professor/aluno

Nos últimos tempos muito se fala em empatia, em construção de vínculos, relações que façam mais sentido dentro do ambiente escolar. Todos, tanto as crianças quanto os adultos, estão sentindo falta disso, e a empatia parece fazer parte do aprendizado dos alunos.

E de fato é muito importante. A empatia está em toda a parte do ambiente escolar. O professor por exemplo, precisa olhar para cada aluno diariamente, e notar como ele está, acolhendo-o como um ser que é humano, carrega alegrias e angústias, e com essa postura afetuosa ele poderá até se sentir melhor.

Não é mais possível ignorar a vida pessoal do aluno como se ele pudesse “virar a chave” com algo sério que o preocupa. É preciso ver essa situação e alcançar a ele um olhar empático, de acolhida e compreensão.

Quando nos colocamos no lugar do outro e percebemos como ele está, nos aproximamos. O professor certamente, ao enxergar de fato seus alunos, constrói uma relação de carinho, respeito e confiança com eles. Provavelmente podemos dizer que os alunos ao se sentirem acolhidos, darão seu melhor naquela aula, por exemplo. Só uma acolhida cheia de empatia pelo outro proporciona isso.

Educação em tempos de pandemia: Um olhar positivo

Fui desafiada a falar sobre esse tema tão polêmico. Mas esse texto especialmente será uma conversa, uma forma de dialogarmos sobre as boas oportunidades escondidas nessa fase.

Acredito importante vermos tudo isso, primeiramente como algo que não durará para sempre, entretanto, é preciso ter consciência de que ficarão marcas positivas e negativas na história, na vida de cada um de diversas formas, sejam elas na formação, nos afetos e também nas finanças. Por isso, precisamos nos esforçar, para com o que pudermos, diminuir o quanto for possível os impactos negativos causados pela pandemia.

A educação está sendo de fato prejudicada. Falo isso porque em nosso país a educação está há tempos em um lugar complicado, no momento, está ainda pior, e ouso dizer que após a pandemia, mais difícil ainda será. Um bom motivo para isso é a falta de apoio do governo tanto financeiro quanto de amparo mesmo, a questão está na importância dada para os alunos, para a escola como um todo nesse momento, que infelizmente, é quase nada. As escolas que conseguem, por suas próprias pernas amparar seus alunos, famílias, educadores e funcionários todos, faz isso por si só, e ainda bem. Enquanto nossa educação pública que é a essência da educação, que deveria ser pública, gratuita e de qualidade, fica só no discurso. 

Ainda assim, precisamos pensar em nossos alunos, em como as atividades remotas impactam na vida deles e nas famílias. Sabemos de todos os desafios que perpassam as aulas remotas, mas precisamos mesmo é dar destaque a pensamentos positivos em relação à isso. É preciso ver esse momento como uma experiência, algo diferente que estamos vivenciando por um tempo, as perdas de aprendizado que ocorrem no caminho, nós sabemos e delas correremos atrás, mas existe algo de positivo por aqui. Será que estar em casa, fazendo as atividades com a família, mais próximos, pais mais presentes na educação dos filhos, não é positivo? De um jeito indesejável, famílias estão prestando mais atenção em seus filhos e participando de seu aprendizado.

Todos estamos nos reinventando, a escola, as famílias é isso pode ser algo positivo. De certa forma, também os alunos adolescentes, jovens, estão se esforçando ainda mais, para pesquisar, criar, estão tendo que ter a autonomia de estar presente, buscar e fazer. É claro que não é o ideal, mas para esse período de experiência, nem tudo é negativo.

São dois pontos que, talvez sejam hábitos criados nesse período de ensino remoto durante a pandemia, que perdurem para um bom tempo. Afinal, deve haver algum aprendizado nessa experiência, não é?

REFERÊNCIAS

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PROJETO – Por uma sala de aula convidativa: LIBERDADE PARA A AUTONOMIA

Em todos os textos anteriores deste mini projeto para uma sala de aula convidativa, falamos em postura do professor, estrutura de sala de aula, forma de aprender pela prática e rotina que também é aprendizado. Para fechar, o último texto é basicamente uma justificativa para todos esses pontos. Vejamos.

De certa forma, adotar aquelas posturas propostas dá uma certa liberdade às crianças de escolher, pesquisar e construir. Elas ganham espaço e ganham um protagonismo. São autoras de suas próprias ideias. Ou seja, elas ganham autonomia.

Autonomia sobre suas descobertas, autonomia sobre suas escolhas e também sobre suas ações, porque foi dado a oportunidade de fazer, assim aprendeu e agora o faz. Só se aprende a comer, comendo, só se aprende a chegar em algum lugar indo algumas vezes até lá. Só se aprende a fazer sua higiene pessoal se a deixarem fazer, no seu tempo, errando e acertando. Só se aprende, de fato, com ânimo e curiosidade de aprender.

Dessa forma, caros leitores, a autonomia da criança de fazer suas próprias escolhas, de criar, de construir por si mesma, só acontece se for dada a oportunidade para tal. Para optar por algo é preciso ter opções. É podendo escolher que se aprende a escolher.

REFERÊNCIAS

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https://www.mindomo.com/es/mindmap/psychomotor-development-3-6-years-old-758b042664d34bea9b46080ccfa71adc

PROJETO Por uma sala de aula convidativa: ATITUDES QUE ENSINAM

Na rotina de sala de aula, muitas vezes acelerada, o professor precisa lutar contra o tempo, tendo que vencer as páginas do livro didático, corrigir as atividades e seguir seu planejamento. Os alunos seguem nessa mesma velocidade, ou ao menos tentam, todos na ilusão de que se vencer o planejamento, o aprendizado acontece. Mas não é bem assim.

Muitos professores já tomam atitudes diferentes, com propostas que estimulam os alunos, mas há mais um ponto falho por aqui, as oportunidades perdidas. E são muitas, vejamos.

A escola por si só é um lugar de aprendizado, a partir do momento que a criança entra, já está aprendendo constantemente, caminhar até a sala, subir as escadas. Ao entrar na sala de aula ela aprende a se relacionar com seus colegas, cumprimentá-los, enfim, socializar. Após, ela aprende a organizar seus materiais e cuidar deles, dia após dia ela o faz melhor. Nas brincadeiras, aprende a socializar ainda mais, a ser solidária, exercita a imaginação, aprende até a se defender e a perdoar. Aprende a se desculpar em um conflito. Nas atividades pedagógicas aprende muito! Conhece coisas novas para ela. E na hora do lanche, do banheiro, do almoço (nas escolinhas, especificamente), bem, aí é uma correria, faz parte da rotina, tem que fazer rápido porque temos que limpar tudo, até porque se tiver hora do soninho elas precisam dormir logo porque já já acordam! Como?

Por que não há a mesma aprendizagem nesses momentos se eles também acontecem na escola? Por que uma criança de 3 anos tem que saber comer, e rápido, dormir logo, se nem nós gostamos disso? De fato, há algo errado que não nos damos conta.

Diante desses questionamentos, vamos imaginar o contrário. A hora do lanche é momento de aprendizagem. Enquanto as crianças comem, conhecem os alimentos, aprendem a se alimentar bem. E por que não, trabalhar aquele planejamento sobre alimentação saudável nesse momento? Não vamos desperdiçar isso, que é real, por uma atividade com outro material depois, que se distancia tanto da realidade.

O mesmo vale para a hora do banheiro. As crianças ainda estão aprendendo tudo isso, vamos aproveitar para ensinar, por exemplo, sobre a hora da higiene, os cuidados consigo mesmo. O momento de dormir para as escolas que o possuem, precisa ser de tranquilidade, de relaxamento, afinal, ninguém dorme sob pressão.

Portanto, estamos imaginando ambientes ainda mais saudáveis de aprendizagem. Obviamente que nem sempre conseguimos proporcionar momentos assim, mas é necessário compreender e tentar sair um pouco da caixa.

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PROJETO – Por uma sala de aula convidativa: APRENDER ATRAVÉS DA PRÁTICA

Esse tema de fato, liga-se com o texto da semana passada, quando refletimos sobre a forma com que o professor conduz a aula, sendo de forma convidativa, despertando o interesse e a curiosidade dos alunos ao invés de adotar uma posição de imposição. 

Quando o professor compreende isso, ele proporciona ao aluno algo incrível: aprender através da prática. Mas, sabem por que isso é tão brilhante? Porque o aluno passa a descobrir pelas suas próprias mãos, olhos, pela conversa com os colegas, ele construiu raciocínios que são só dele, e que ele buscou com sua própria capacidade. Certamente que, as atividades e explicações depois vão dar todo um suporte e polir o entendimento da criança, mas sem desvalorizar o que ela construiu, afinal ela esteve aprendendo na prática, esteve descobrindo do seu jeito, no seu tempo. 

Vou citar um exemplo para deixar ainda mais claro. Imaginem que no planejamento da semana o tema proposto é os elementos da natureza. Na sua escola, você tem uma área verde, mas caso não tenha nem uma árvore, você leva uma sacola de folhas, flores e afins. A partir daí você organiza seus alunos em grupos e leva-os ao lugar com árvores e folhas, e deixa-os desbravar o lugar, mas sempre acompanhando e instigando-os, deixa-os livres para mexer, se perguntar, olhar, analisar. Ao retornar para a sala, vocês dialogam, trocam as experiências que foram feitas, e em seguida se introduz de fato, o conteúdo. 

As vivências, queridos leitores, encantam, com elas se aprende, se imagina e se descobre. Aprender através da prática é compreender que as crianças não são simples ouvintes, são pequenos pesquisadores!

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PROJETO – Por uma sala de aula convidativa: A POSTURA QUE CONQUISTA

O professor é o exemplo, a referência para sua turma. Ele tem em sua frente vinte ou trinta seres pensantes cheios de vontade de aprender e é responsável por isso. Nesse texto convido vocês, caros leitores, a pensarem em um professor com uma postura diferente da talvez considerada comum. 

No texto passado sobre a sala de aula, vimos que a sala propunha algo para as crianças, a estrutura da sala era de certa forma, convidativa. Mas e o professor, como deve agir? 

Bem, nesse contexto o professor ocupa um lugar de orientador, mediando as atividades que ele também propõe para as crianças, acompanhando cada uma delas. Sua função de professor é a mesma, o que muda aqui é sua postura diante das atividades que ele mesmo planejou. 

Ao invés de apenas propor o conteúdo ou a atividade, o professor vai convidar o aluno para o tema, e sabe de que forma? Apresentado-o na prática antes da explicação, de forma materializada, deixando o aluno com a liberdade de conhecer o tema primeiro. Trazendo exemplo, algo que situe os seus alunos no assunto por se assemelhar ou relacionar com a vida cotidiana deles. Isso faz com que o aluno  se sinta parte do assunto, dá tempo para ele se inteirar e se interessar pelo tema. Em seguida sim, o próximo passo são as explicações ou as atividades pedagógicas.

Esse caminho conquista o aluno antes de qualquer proposta. E é isso que precisamos, alunos interessados, curiosos para saber mais.

Dessa forma, pensar em um “professor convidativo”, que desperta a curiosidade de seus alunos antes de qualquer explicação, é de fato uma boa ideia. Vamos tentar?

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PROJETO – Por uma sala de aula convidativa: OS “CANTOS” QUE INTEGRAM

Não é de hoje que falamos tanto em mudanças no nosso sistema educacional. Há tempos ele não é mais eficaz, alunos e professores não estão felizes, e muitos questionamentos e problemas surgem a partir disso.

Um sistema tradicional que já perdeu a eficácia, e de muitas formas está sendo repensado. Nesse projeto, veremos dicas de 5 pontos principais para uma mudança na educação, começando pela sala de aula.

Em muitos textos falei sobre isso, mas nesse vamos refletir a fundo sobre a estrutura da sala de aula. A sala de aula é um elemento primordial como parte da escola para a aprendizagem saudável do aluno. Ela precisa ser pensada como um elemento pedagógico nesse processo, precisa ter uma intencionalidade. 

Vamos pensar numa sala de aula de Educação Infantil convidativa. Imagine uma sala onde o aluno ao entrar, observa e fica curioso com o que vê, e quer mexer, usufruir. Uma sala com atrativos para todos os gostos, alguns vão ir direto ao tapete com brinquedos, outros vão nos recortes, afinal papel colorido e tesoura disponível é bem legal né? Algumas meninas vão querer as bonecas e outros porém vão primeiro no cantinho da calma, com almofadas para deitar em cantinho aconchegante! Uma sala com vários cantos! E tantos outros ambientes atrativos podem ser feitos dentro de uma sala.

Imaginem a partir desse cenário, que “a sala convidou” as crianças a entrarem, e elas encontraram coisas legais para fazer. Quebrou-se aí um sistema onde a criança entra e senta nas classes, que é só o que há na sala, e aguarda o professor propor algo. 

Essa sala convidativa proporciona uma aula interativa, desperta na criança autonomia de escolher, (mas para isso é preciso ter opções em seu alcance), a liberdade de agir fora de um certo padrão, e o professor tem um contexto para poder conhecer sua turma a cada dia, e propor a partir do que vê, conduzir a aula com as crianças já interessadas em estar ali. De fato, percebemos aqui que a aula também é feita pelo ambiente. 

REFERÊNCIAS

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