De educador para educador

O relacionamento entre colegas é imprescindível para o bom andamento do todo. Percebemos que em muitos lugares isso acaba sendo esquecido. A atenção acaba sendo voltada apenas para o público, clientes e afins. Mas será que isso é certo? Não. E vou explicar o porquê.

Deveria ser um ciclo. O dono da empresa ou o diretor da escola, precisa incentivar seus profissionais, dar subsídios a eles, instigá-los a novos desafios, e assim por diante. Se os profissionais trabalham felizes, com certeza retribuirão esses bons modos aos clientes ou alunos. Todos ficam satisfeitos. 

Na escola por exemplo, se a equipe, desde os servidores até os educadores, estão sendo motivados, trabalharão entusiasmados. Os alunos por sua vez, vão sentir já em sala, que seu professor está realizado com o que está fazendo, ama o que faz. E é neste momento que como educadores, nós vamos “vender o nosso peixe”. Se estivermos bem humorados, cheios de ideias, falando bem dos determinados temas, os alunos também irão gostar.

Porém, o fato é que por vezes, nas nossas instituições de ensino por exemplo, pela falta de atenção aos educadores, pela falta de gestos que façam os educadores se sentirem valorizados, surgem alguns problemas, como conflitos entre os próprios educadores. São situações de estresse.

Por isso, por experiência positiva, digo como é bom se sentir necessário, valorizado. Como é importante notar que o lugar onde se trabalha diariamente está investindo em você e você percebe que pode crescer.

Contudo, ainda problematizando, se não há um bom entendimento entre ambos educadores, quão mais difícil é a troca de conhecimentos para planejar uma aula, por exemplo, se caso tiverem esta oportunidade. Prejudica a interação entre eles como colegas e como profissionais, afeta a vontade de trabalhar, afeta o desempenho. Consequentemente, na escola, isso chega no aluno, que por sua vez, será afetado pela boa ou má relação com a turma. Por vezes, a não troca de experiências, de ideias entre os professores, provoca perdas aos alunos. 

O oposto disso é a boa convivência e a disponibilidade de trabalharmos juntos. Uma troca, um compartilhamento de ideias, é pensarmos juntos para um único objetivo, os alunos, a educação.

Por este motivo, é que insistimos em darmos atenção, formação, incentivo, aos nossos educadores. A boa relação diária faz toda a diferença. Se estamos bem, os resultados são melhores.

Referências:

Imagem retirada do link:
https://blog.cestanobre.com.br/saiba-como-ter-equipes-de-alta-performance-na-sua-empresa/

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