Category Archives: Relação professor/ aluno

Comemore as pequenas conquistas

As conquistas são do tamanho da criança. Se por vezes achamos que aquele passo é muito simples e fácil, e tratamos isso sem nenhum entusiasmo, estamos errados. 

Para a criança, aquele pequeno passo é muito importante. O significado daquela conquista para ela, é tão grande quanto uma conquista de um adulto para ele.

Quando a criança consegue fazer algo que estava tentando e nós valorizamos isso, estamos incentivando ainda mais os próximos passos. 

Por isso, comemore as pequenas conquistas, esteja atento aos pequenos passos, seja em casa, ou no ambiente escolar, onde é muito importante que o professor note o esforço do aluno, quando ele deu seu melhor, e incentive-o através de uma palavra, seja elogio, ou até uma dica construtiva.

REFERÊNCIAS

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Amorosidade na educação infantil

Educação infantil é uma etapa linda e leve, e embora tenha seu currículo com habilidades para serem trabalhadas, é tempo de brincar e de descobrir. Não deve haver pressa nessa fase, nem modelos a serem seguidos. Cada criança precisa estar livre para se conhecer e aprender à medida que vai experienciando. 

O professor, nessa etapa, auxilia seus pequenos, guia-os e oferece possibilidades para que eles aprendam e descubram. Esse processo deve ser de forma amorosa, com empatia e carinho para cada criança. 

Parece clichê, mas não estou falando aqui só de beijos, abraços ou de elogios, isso também, mas me refiro a toda e qualquer atitude, seja ela de elogio ou repreensão. Cada colocação precisa ser colocada de forma amorosa, que pode significar, por vezes, também ser firme.

Amorosidade inclui o saber dialogar com a turma. Significa estabelecer combinados. Conduzir a turma dessa forma é criar vínculos afetivos, laços que só enriquecem o aprendizado diário.

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Uma cilada chamada rotina mecanizada

Sabe aquele dia após dia bem mecanizado onde você segue uma sequência de ações que já estão no seu subconsciente? É disso que precisamos fugir.

Nossa tendência realmente é seguir essa sequência sem sair da caixa, de fato. Isso é tão lamentável porque perdemos oportunidades. Ao estar nesse modo automático talvez deixamos passar momentos de aprendizado que nosso cérebro já condicionado não percebe. 

A grande sacada é tentar estar sempre aberto, mesmo já sabendo o que fazer, mesmo sendo puxados pelo óbvio, vale a tentativa de estar ligado no momento presente para não cair na rotina mecanizada. Ela corta, poda nossas ideias e habilidades criativas.

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Qualidade do tempo em sala de aula

A rotina da aula por vezes é algo muito mecânico, onde seguindo o planejamento e a rotina do dia, muito dos alunos pode se perder. Pode passar despercebido pontos importantes do aprendizado das crianças.

Caímos na cilada de achar que quantidade de conteúdo e atividades é sinal que ensinamos muito, ou que se passamos para a turma tudo o que planejamos, eles aprenderam. E isso não é verdade. Se uma explicação não chega no seu ponto final, mas durante seu processo houveram muitas participações e colocações dos alunos, isso sim pode apontar que aula foi significativa.

Cabe muito bem aqui aquele clichê que “quantidade não é qualidade”. Nessa enganação, talvez o professor deixe passar observações tão importantes do aluno, que podem significar muito mais que uma atividade, por exemplo.

Por isso, é preciso dosar. Entender que a qualidade do tempo em sala de aula está no andamento das aulas, onde cada aluno é protagonista, nas discussões que surgem a partir da mediação do professor, e isso pensando em todos os níveis de ensino.

REFERÊNCIAS

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A música na aprendizagem

Que bela forma de aprender, não? A música é a forma mais leve e prazerosa de aprender algo. Ela ajuda na fixação do conteúdo, de forma divertida, através da memorização. 

Ela pode ser um complemento pedagógico, auxiliando no processo de aprendizagem. A música ensina. Existem várias músicas sobre conteúdos, inclusive paródias, claro! Já pararam para pensar nesse método que é utilizado até em cursinhos pré-vestibular?

Existem músicas na Educação Infantil para todos os momentos, para quase tudo o que a criança precisa aprender nessa fase, por exemplo, para a hora do lanche, da higiene, de brincar. Música sobre amizade, sobre família. É só incluí-la de maneira inteligente e estratégica.

Mas, também ela pode e precisa também ser algo sem intencionalidades pedagógicas, apenas para descontrair ou relaxar. Também é válido! Vamos utilizar essa ferramenta com nossos alunos?

A necessidade de experienciar antes de ouvir

Atualmente, sentimos a necessidade de uma educação humanizadora, que olhe para os alunos por inteiro, com tudo o que eles trazem, suas capacidades, suas angústias, sua vida. É a busca por sentido.

Isso tudo está presente na forma de conduzir uma aula, por exemplo, e faz com que ela tenha maior sentido, relacionando os conhecimentos com a realidade que vivem as crianças. Por isso da necessidade de experienciar antes de ouvir.

Se o educador conduz a aula de forma a trazer os conhecimentos na forma real para os alunos, ou seja, através de exemplos que eles conheçam, que possam até visualizar, os alunos então poderão se identificar e compreender melhor o conteúdo trabalhado. Dessa forma, encontrarão sentido.

Vivenciar antes de escutar. A teoria e a prática são ambas igualmente importantes, mas que tal a prática vir por primeiro?

Os “combinados”

Esse assunto é muito legal, vamos combinar né? Na escola, a rotina da tarde ou da manhã é sempre recheada de tarefas, o planejamento do professor é flexível, mas precisa ser levado em conta, tudo é preparado seus objetivos e também com amor. 

Entre uma atividade ou outra, fora da sala ou não, o professor precisa conduzir isso, propor para a turma a próxima atividade, ou um passeio em algum lugar da escola, por exemplo. Mas já pensaram na forma que ele pode fazê-lo? 

Mais que uma vez, a postura do professor colocar o que vão fazer é com uma certa imposição, com alertas ou muitas vezes até “chantagem”, dizendo aquele famoso “se não se comportarem vamos voltar para a sala”. Será que isso resolve? 

Na educação infantil, por exemplo, sou fã de algo bem mais agradável e eficaz: os combinados! Isso mesmo, contem com seus alunos, peça para que eles colaborem com você. Deixe claro que são uma equipe e que precisa da ajuda deles para dar certo. 

Nossos pequenos adoram ser ajudantes da profe! Estabelecer combinados com a turma é muito mais agradável e tenho certeza que há muito mais chance de ser atendido.

REFERÊNCIAS

Imagem retirada do link: https://gestaoescolar.org.br/conteudo/1601/escutar-as-criancas-para-qualificar-as-acoes-em-sala-de-aula

As emoções na escola

Tem lugar onde mais afloram as emoções do que na escola? Nossas crianças precisam de auxílio para entender e lidar com cada emoção, e que todas as emoções são bem-vindas.

Decidi escolher algumas emoções inicialmente, mas sabemos que muitas mais existem.  Vamos pensar nas emoções como a tristeza, medo, alegria, vergonha e raiva. 

Os motivos para sentir as emoções tanto negativas ou positivas, podem ser diversos e infinitos, e na escola os sentimentos afloram. A escola, por ser um lugar rico para construir relações de amizade, gera tanto sentimentos bons quanto os menos agradáveis. 

O melhor jeito de lidar com os sentimentos, e ajudar a criança a nomeá-los primeiramente, entender o porquê sentiu isso, e compreender que sentir medo, raiva ou tristeza, é normal em qualquer idade, somos humanos. O que precisa ser repensado é a forma como ela externaliza isso. Um bom exemplo é a raiva, em um desentendimento com o colega, sentir raiva é o provável para o momento, mas o que devemos evitar é o ato de bater, e é nisso que devemos auxiliar.

Quanto mais a criança expressar a emoção, melhor. O professor consegue ajudar a criança  a lidar com esse sentimento da criança. E assim ela poderá melhorar. Um ponto essencial nesse movimento é dar a devida importância ao sentimento da criança. Para ela isso é algo sério, por isso é preciso respeitar esse sentimento ajudando-a a compreender o conflito. 

Acredito que ajudar a criança a ver que sentir tristeza, a raiva ou o medo no caso, não é ruim, nem vergonhoso, é normal assim como todos os sentimentos. A nossa vida é a soma de todos os sentimentos, sejam eles agradáveis ou não.

PROJETO: MAIS QUE METODOLOGIA, EMPATIA! A influência da empatia na aprendizagem

Você acha que uma relação de empatia entre professor e aluno interfere no rendimento escolar? Se sim, acertou. São várias as experiências e depoimentos de pessoas que, por um professor gostou de uma matéria ou infelizmente odiou. O professor tem esse poder, ou melhor, essa responsabilidade. Pode ajudar o aluno a brilhar, motivá-lo, ou pode apagar sua luz. A empatia é imprescindível para ajudá-lo a brilhar.

Inicialmente, a empatia faz com que o professor se ponha no lugar dos alunos, para vê-los com um olhar compreensivo e pensar a partir da realidade sua turma. Mas vamos ir mais além, vamos para a aprendizagem.

Uma relação de carinho, respeito, confiança e empatia entre a turma e o educador faz com que os alunos dêem o melhor que puderem para aquele professor que expressa sinceridade e carinho. A matéria pode não ser tão boa para alguns, até difícil, mas eles gostam é do professor, e isso ajuda, se sentirão motivados para se esforçar mais.

Mas existe algo que faz parte também dessa relação, o diálogo. Ele também é uma forma de demonstrar empatia. Não é preciso impor o que precisa ser dito, basta conversar com a turma. Explicar o que se quer dizer como que contando com eles é um gesto afetuoso. O diálogo é uma boa ferramenta. 

Consequentemente a isso, o rendimento escolar poderá ser melhor, por a aula ser agradável. Os alunos serão motivados, porque é bom.  Ao meu ver, um professor que possui essa relação de afeto e empatia, onde o aluno se sente bem, obterá melhores resultados de sua turma. 

REFERÊNCIAS:

Imagem retirada do link:
http://colegio.pioxii-es.com.br/familiaxescola/empatia-no-ambiente-escolar

PROJETO: MAIS QUE METODOLOGIA, EMPATIA! A empatia constrói vínculos

A empatia aproxima. Ela faz toda a diferença no bom andamento das aulas, e soma para as boas relações. 

As relações interferem diretamente no rendimento das aulas, na aprendizagem dos alunos. Por mais dificuldades que o aluno tenha, se ele se sente acolhido e se anima com o professor, ele vai estar presente e dar o melhor de si. Vamos imaginar como isso acontece.

Na individualidade de cada um existe toda bagagem emocional que é influenciada pela família, pelas suas relações sociais e tudo o que lhe acontece. Certamente existem para o aluno, de qualquer idade, dias bons e ruins, mas todo dia é dia de ir para a escola, dia de abrir a mente e aprender.  Mas como abrir a mente se ele possui alguma preocupação?

Bem, nesse caso é que entra o professor e seu olhar atento e empático. Isso é empatia. Obviamente que não estamos falando de um super herói que irá resolver as questões de cada um de seus alunos todos os dias para que eles possam aprender. Estamos falando de uma postura de empatia que acolhe, que se põe no lugar do outro e compreende as angústias dos alunos. Os traz para uma aula agradável, onde ele se sinta bem com aquele professor e seus colegas. 

Nesse contexto se constrói vínculos. Vínculos de afeto, de amizade e confiança.  Alunos e professores estarão felizes com a presença uns dos outros.  Então os problemas não serão resolvidos, mas serão ofuscados por algo melhor. Fruto da tal empatia.

REFERÊNCIAS:

Imagem retirada do link: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=13109