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Aprender a aprender

Recentemente ouvi em uma palestra essa frase “precisamos aprender a aprender”. E isso resume tudo. Talvez a chave de todos os equívocos cometidos na educação seja por vezes o não saber aprender.

Aprender a aprender pode significar duas coisas. A primeira que nós enquanto professores, estamos em constante aprendizado. Aprendemos ao estudar, aprender para ensinar, aprendemos como ensinar. E aprendemos diariamente com nossos alunos, a cada atividade, cada acerto ou erro.

Em segundo ponto, podemos pensar em aprender como se aprende, de fato. Conhecer cada vez sobre o processo de aprendizagem de nossos alunos, que pode ocorrer de várias formas, individualmente. Quanto mais a estivermos por dentro de como nossos alunos aprendem, mas acertivas serão nossas ideias, nossas aulas.

O mais importante, por fim, é termos consciência desse processo e estarmos sempre abertos para as novas possibilidades. Melhor ainda, refletir a cada passo dado, aprendendo com aquilo que deu certo, e mais ainda com o que não deu.

REFERÊNCIAS

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Quando o vínculo é sincero

Na relação entre professor e alunos, é preciso que haja sentimento. Isso mesmo. Já não podemos mais falar em educação sem falar em construção de vínculos. Da educação tradicional até o dado momento em que se começou a questionar e mudar isso, penso que o ensino estava sendo falho. Hoje já temos consciência e plena certeza de que a educação deve passar pelo carinho, pelo vínculo e pela empatia.

Na prática, sabemos o lugar que ocupamos. Dosar nossas atitudes pode ser desafiador, mas é diariamente gratificante. É preciso ser firme, ser orientador, mediar várias situações e estar seguro do que se diz. Ao mesmo tempo, ser sensível, aberto a aprender, carinhoso e acolhedor. Ser parceiro de nossos alunos. E acreditem, isso é possível!

Isso está internalizado dentro de nós, além de ser um processo, uma tarefa diária a ser aprimorada. E, se depois de alguns períodos de estudo, você ganha um abraço de cada um e uma palavra afeto, é sinal de que está no caminho certo.

Referências

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Aula dialogada: Uma aula feita por todos

Aquela aula com crianças animadas, cheias de ideias para partilhar chega dar uma emoção né? Pois é, todos nós gostamos disso, de que a turma participe, dialogue. E é assim que deve ser.

A aula se faz com a participação dos alunos. Suas ideias, opinões e curiosidades acrescentam na aula fazendo toda a diferença.

Uma aula dialogada é uma aula com a participação ativa dos estudantes, que considera os conhecimentos prévios deles, onde os professores mediam essa situação, deixando as ideias e questionamentos acontecerem.

Além disso, quando as crianças estabelecem relações do que estão vendo na aula com o que viram ou vivenciaram em seu dia a dia, temos aí tudo para o aprendizado acontecer.

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Tempo de estudo: Motivos para aprender a se organizar desde cedo

Por que é preciso ter um tempo de estudo em casa? Bem, muitas opiniões rondam esse tema, há quem diga que apenas a escola tem essa função, mas quero dizer que o aprendizado não deve ficar apenas nos muros da escola, o conhecimento é do mundo, e se eu estou aprendendo e faço parte desse todo, levo, usufruo e compartilho o saber a todos os lugares.

Darei à vocês, leitores, três motivos para incentivar os pequenos a já se organizarem com sua tarefas e estudos. O primeiro deles é o que citei acima, o conhecimento é do mundo, a escola aprimora, guia e mostra, por isso devemos sim estender os estudos à casa.

O segundo motivo é bem prático, quando eu estudo em casa, fixo mais os conteúdos. Isso para todas as idades. O momento de revisar o que se aprendeu te ajuda a fazer essa retomada, surgindo dúvidas, compreendendo melhor, fixando ainda mais.

O último motivo e mais relevante é que, assim como muitas outras coisas, o objetivo de se organizar para os estudos é previamente criar um HÁBITO, para outras responsabilidades futuras, seja na escola, no trabalho, ou em outra tarefa. O ato de revisar, planejar e se organizar nos acompanha por toda a vida.

Assim, adquirir o hábito do tempo de estudo em casa é algo que deve ser iniciado na infância. É algo saudável, que colabora para a construção de sujeitos responsáveis e que se dedicam no que fazem.

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Mãos na tinta!

O recurso que vamos falar hoje, é a tinta guache. Ele é um material que as crianças adoram! Quando o professor anuncia que a atividade será com guache, é só alegria!


Mas será que estamos utilizando de forma correta esse recurso? Vamos refletir sobre alguns pontos.


O primeiro deles é, de que forma a atividade é conduzida. Se a atividade é limitada por algumas orientações, terá o mesmo significado da criança estar usando a criatividade com esse material? Acredito que não. Entendo que, em alguns momentos, é preciso realizar atividades que já tenham um roteiro, digamos assim. Mas é necessário que, com a tinta guache, as crianças também tenham momentos livres, de usar a mão além do pincel, que criem e se sujem, que imaginem, é que utilizem as cores que desejarem.


Acredito que a tinta guache é um material interessante que pode ser explorado de diversas formas, entre elas as cores, as misturas, as texturas. Por isso, o segundo ponto que quero comentar aqui, é que a arte em si pode não ter uma forma padrão, pode não ter linhas. Misturas do cores também fazem todo o sentido e se bem exploradas resultam em um belo aprendizado!

Portanto, a tinta guache, se bem utilizada, é um recurso pedagógico que explora e oportuniza muitas aprendizagens!

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Terra: natureza também é aprendizado

Dentro dos recursos para o aprender, passamos por inúmeros tipos de objetos, materiais. Nem todos são comprados em livrarias, por exemplo. Há algo muito mais simples que nos oferece também aprendizado: a natureza.


Não é de hoje que se estuda dentro da Pedagogia, escolas e projetos que enfatizam um ensino ligado à terra, aos elementos naturais. As relações entre os conteúdos e a prática em si fazem com que o conhecimento aprendido tenha mais significado.

Por isso, a terra é um elemento que pode ser utilizado nas aulas de diversas formas. Se a escola possuir um espaço para plantar ou algum tipo de jardinagem, melhor. Senão, a criatividade da educadora pode ser em trazer esses elementos para a sala de aula, um bom exemplo é trocar a tinta em alguma atividade por um pigmento elaborado com terra.

Podemos explorar esses elementos naturais de diversas maneiras. Isso desenvolve a criatividade e o conhecimento da criança, tendo um olhar voltado para o mundo e seus detalhes.

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Vamos modelar?

Esse material é tão importante que por vezes esquecemos de olhar atentamente à ele. A massinha de modelar, popularmente conhecida, faz parte da vida escolar da criança, principalmente, desde a educação infantil até os anos iniciais, na alfabetização, tendo um grande impacto positivo.

Esse recurso, sendo bem explorado pelo professor, faz com que a criança desenvolva várias áreas, vamos à algumas delas: motricidade fina, concentração, criatividade, pensamento, expressão, formas e cores, movimentos, entre outras.

Uma boa forma de utilizar esse recurso é o professor orientar o momento, mas mais do que tudo, deixar o aluno livre para pensar e representar suas ideias à sua maneira. O grande desafio do professor, no momento que os alunos estão fazendo uma atividade assim é, mediar sem interferir.

A massinha de modelar enfim, pode estar presente tanto durante uma atividade mais dirigida, quanto em momentos livres para a criança criar. E então, vamos modelar?

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Comemore as pequenas conquistas

As conquistas são do tamanho da criança. Se por vezes achamos que aquele passo é muito simples e fácil, e tratamos isso sem nenhum entusiasmo, estamos errados. 

Para a criança, aquele pequeno passo é muito importante. O significado daquela conquista para ela, é tão grande quanto uma conquista de um adulto para ele.

Quando a criança consegue fazer algo que estava tentando e nós valorizamos isso, estamos incentivando ainda mais os próximos passos. 

Por isso, comemore as pequenas conquistas, esteja atento aos pequenos passos, seja em casa, ou no ambiente escolar, onde é muito importante que o professor note o esforço do aluno, quando ele deu seu melhor, e incentive-o através de uma palavra, seja elogio, ou até uma dica construtiva.

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Pedagogia do erro: o que podemos aprender com isso?

Você já ouviu falar em pedagogia do erro? Esse termo foi trazido por Paulo Freire, e quer nos fazer refletir sobre a forma com que encaramos o erro. A maneira com que conduzimos isso na escola evidentemente reflete em toda a nossa vida. Por isso a importância de pensar sobre isso.

Imagine se o erro fosse a chave para novos debates? E se fosse visto como opção para outras percepções? Essa teoria nos propõe isso, vermos no erro uma brecha para novos diálogos. 

Assim, a partir disso podemos dizer que aprendemos com ele. A chave para um movimento de diálogo e aprendizagem é o erro, o espaço para divergir. Ouvi de uma professora uma vez que texto bom é aquele que tem correções, pois o que está totalmente ruim, nada se pode fazer. Assim é com tudo em nossa vida, errar e acertar, principalmente na escola, é sinônimo de vida, de ânimo para aprender, e aprender com os outros.

Referências

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Ler e escrever: uma dupla imbatível

Não é de hoje que falamos dessa dualidade, né? Ler e escrever são dois movimentos que fazem parte de um processo que se desenvolve ao longo da vida e nunca se encerra.

Isso porque, primeiramente, somos seres em constante aprendizado, e em segundo plano, porque sempre teremos mais a aprimorar, tanto na leitura quanto na escrita.

Mas quero aqui dizer que, quanto mais estivermos em contato com leitura, seja ela de qualquer gênero, melhor leremos, e consequentemente, melhor escreveremos. Quanto mais palavras nosso cérebro conhecer, através da leitura, maior nosso arcabouço de palavras para qualquer situação, de escrita ou até de fala. Isso sem falar da riqueza de conhecimentos! Isso então nos leva a ter mais argumentos em várias situações. 

Portanto, a leitura é uma prática diária, um hábito que quando adquirido, se aprimora cada vez mais. E seus benefícios? Bem, eles te levarão cada vez mais longe, abrindo portas, trazendo oportunidades!

Referências

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